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sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

Ano Novo, Vida Nova?


O Fim do ano vai chegando e vai dando um frison, um ponteiro parece apitar para que agente possa fazer um balanço do que vimos fazendo.

O tempo é relativo, mas na verdade estes marcos, no caso o reveillon, são como ciclos que nos permitem avaliarmos nossas conquistas, fazer novos planos, enfim, dar uma nova chance a nós mesmo para não ficarmos girando em círculos.
Vai chegando mais perto. O dia 31...a meia noite.
Durante o dia a correria para as compras de ultima hora, da calcinha amarela, da cueca vermelha, da sandália dourada, das rosas, da roupa branca, etc, etc, etc.
Toda concentração para o minuto da vira estar tudo em cima...rsrs
Mas o tempo é relativo, há quem já rompeu o ano antes de nós e quem romperá depois.
O que estávamos fazendo naquele segundo de virada dos japonenses, dos australianos, dos americanos, dos franceses?? Talvez estivéssemos vendo TV, fazendo a ceia com a roupa velha, com raiva de alguém que não ligou, etc, etc, etc.
Claro que tudo faz parte da cultura, dos mitos, dos rituais e isso nos diverte, mas falando sério, não vai ser no segundo da virada, que nenhuma simpatia ou pedido fará com que tudo mude para o novo ano.
O que vai valer é o processo de prosperidade, saúde e paz que vimos galgando durante os anos passados.
O presente será sempre o fruto do passado e a semente do futuro.
É certo que iremos viver alegrias e tristezas, vitórias e fracassos, ganhos e perdas,  pois, estas experiências são preciso para o aprimoramento do nosso ser.
A verdade é que este marco, o Ano Novo é importantíssimo, nos enxe de forças, coragem e esperança de fazermos melhor.
Porque todos nós desejamos prosperar em nossos trabalhos, ter saúde para usufruir estas conquistas, ter um amor para compartilharmos estas alegrias, uma familia unida na alegria e na dor.
O desafio está em vencer os sentimentos que nos espreitam no dia a dia. de apego, de egoísmo, de gula, de ganância, de ciúmes, de raiva, de inveja....
Não se constroe felicidade sob infelicidade de alguém, se qualquer atitude ou simples pensamento for negativo, este anula as boas ações.
Mas Deus é piedoso e misericordioso conosco, sabe de nossas fraquezas, sabe também de nossas intenções na tentativa de fazer o melhor, para colher o melhor.
Para isso, Ele nós dá 365 dias, 8760 horas, 525.600 minutos e 31.536.000 segundos, como uma nova chance.
Obrigada Senhor, que neste novo ciclo que se inicia possamos ver o que temos feito para o bem de nós, dos nossos e da humanidade. 
Que aprendamos com os tropeços, com as lágrimas, com a dor na certeza de que são para aprimoramento da alma.
Não adianta pensar, escrever, ler, desejar, chorar, sorrir.....é preciso atitude.
Boas atitudes em  2011, para que a colheita em 2012 seja ainda melhor.
Fiquem com Deus.

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

MÃES DE NEGÓCIOS.

A opção por trabalhar em casa, podendo conciliar trabalho e maternidade, tem feito muitas mulheres mais felizes e realizadas.
O trabalho artesanal, venda de produtos diversos ou até mesmo prestação de serviços, tem crescido desenfreadamente em nosso circulo business.
Os sites de relacionamentos demonstram o crescente avanço nas vendas pela internet e muitos desses negócios têm por trás mulheres e profissonais que optaram por dedicar-se a maternidade, sem ter que se excluir do mundo dos negócios.
A relação mãe X dona de casa está com os dias contados, a mulher não sabe ficar parada.
A dualidade da mulher de poder se realizar profissionalmente e ser mãe ao mesmo tempo em nossos dias, é possivel graças a Internet.
Sou advogada nas áreas de Consumidor e Familia, mãe de dois filhos de 22 e 19 anos, já criados e independentes, prestava serviço para escritorio de advocacia até 2008, quando recebi a melhor noticia da minha vida: estava grávida novamente!!
Uma “surpresa ímpar”, que transformou nossas vidas.
Por estar com 38 anos e já ter perdido uma gravidez a menos de 1 ano, optei por trabalhar por minha conta no sistema homeoffice, sem o desgaste e estress das 12 hs de trabalhos diários, muitas vezes sem tempo para o almoço.
Claro que foi uma mudança radical, que precisei de muita força mental e criatividade para não cair em depressão, visto o (mau) hábito de achar que estar ocupada o dia todo, é ser mulher atualizada, antenada, mesmo que sem nenhuma qualidade de vida.
Com o nascimento do André, foi muito prazeroso saber que poderia curtir cada detalhe do desenvolvimento dele e ao mesmo tempo, estar ativa profissionalmente.
Do outro lado do atlântico, minha irmã caçula, que mora na França há 6 anos, mãe de um mocinho de 9 anos, engravidou da linda Marie, e por estar no incio da gravidez, não poderia viajar de avião ao Brasil para batizar o André (com 6 meses na ocasião), então decidimos que iriamos batizá-lo lá (que sacrificio, gente!!...rsrs)
Vou confessar para vocês que eu amei ser mãe e sempre disse que teria mais filhos, acredito ter dado boa educação para os meus mocinhos, tanto que hoje só me dão prazer e nenhuma preocupação, a não ser aquelas que as mães sempre tem...rsrs.
A gestação e nascimento do André me trouxeram a infância dos mais velhos, que vivi um pouco mais ausente por trabalhar fora, assim podendo reviver, com o André, as três alegrias da minha vida: meus filhos.
Voltando ao batizado, foi nesta oportunidade que conheci as roupinhas francesas para bebês. Coisas lindas, de qualidade, mesmo não sendo de griffes famosas, mas diferentes das que temos aqui.
Claro que não desmereço os produtos nacionais, apenas acho que uma roupa para crianças, que se perde tão rápido, não poderia custar tanto.
Foi então que nasceu Liça & Loliço, que tem me dado muitas alegrias, e abriu meus olhos para novos horizontes, com a possibilidade de ser mãe com mais tempo livre e ser uma profissional atuante.
A idéia de que trabalho em casa é coisa amadoresca, está superada, com a internet tem muitas mães e mulheres de negócio que tem sustentado sua familia.
Os maridos, a princípio ficam temerosos, mas quando vêem a atividade destas mulheres guerreiras como nós, em lidar com a casa, filhos e antenadas com o mundo dos negócios, ficam até dispostos a ajudar dando até sugestões e quem sabe, querendo até sociedade...rsrs.
Por isso mulheres maravilhosas, que desejam ter seus filhos e poder curti-los sem ter que deixá-los em creches, na casa da vovó e perder o melhor que a maternidade possa nos dar, acreditem no seu potencial empreendor que é inerente a nós.
A mulher naturamente administra, promove, vende, compra, “se vira nos 30” literalmente no seio familiar, muitas delas sem a presença paterna, ou apenas sem o incentivo, descobrem dentro de si seu potencial de sobrevivência e se revelam mulheres de negócios realizadas, sem ter que perder o melhor de seus filhinhos, o desenvolvimentos dos primeiros anos de vida.
Por experiência eu posso dizer, os filhos crescem e vão embora, fazer faculdade, construir sua propria familia, e nós precisamos saber que fizemos o melhor por eles, sem a culpa da ausência, mas ao mesmo tempo ativas dando exemplos de disposição, atitude, trabalho, criatividade e fé na vitória.
Vitória esta que não precisa ser somente muito dinheiro, sucesso, mas sim uma vida bem vivida.
Assim, são as Mães de Negócios!!!
Até a próxima.

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Gatinhos usando alta costura | News | Oi Moda

Gatinhos usando alta costura | News | Oi Moda

Gatinhos literalmente falando.
O amor pelos pet's está por todo o mundo.
Na Alemanha e  Franca, por exemplo, os animais são muito bem vindos em Shoppings, restaurantes,  apartamentos, etc
A estravagância em vestí-los na alta costura tem uma boa causa, finalidade filantrópica.
Confira.

terça-feira, 16 de novembro de 2010

Os filhos imitam os pais.

As crianças dos dias atuais gostam de 'imitar' os pais, principalmente no modo de se vestir.
Fiquemos atentos aos bons exemplos que damos aos nossos Enfants.

Leticia Constant
As crianças de hoje  também querem estar na moda.

"Marcas populares e chiques, um leque de estilos e uma grande variedade de preços, fazem do mercado da moda infantil um segmento em plena expansão, que movimenta mais de 4 bilhões e 600 milhões de euros.  O mercado da moda infantil é um dos mais organizados e concorridos. Hoje, na França, o setor é dominado pelos distribuidores especializados que se agrupam em uma marca, o que representa 40% das vendas.
Na faixa dos recém-nascidos até os 2 anos, as vendas são particularmente dinâmicas. O segmento dos 7 aos 14 anos também vem evoluindo nos últimos anos, aproveitando a loucura dos pré-adolescentes e adolescentes pelas roupas de marca"

domingo, 14 de novembro de 2010

O Natal está chegando.

O Natal é tão gostoso principalmente na infância, porque traz a oportunidade da criança pedir algo que deseja muito ao Papai Noel. Ela passa o ano todo, dando o seu melhor, esperando este dia acontecer.

Mamãe sempre diz : Papai Noel está vendo tudo lá de cima! Rsrs

Nós mães recebemos, por inspiração divina, a orientação de como agir com nossos filhos, é só aquietar o coração, deixar as ansiedades e os nossos próprios desejos e sintonizar com o Divino.

Esta forma de ensinar nossos filhos de que, precisam merecer para ganhar o presente de Natal, nada mais é o que acontece na vida adulta.

A fantasia do bom velhinho de barbas branca é apenas a linguagem que utilizamos para que, desde pequenos, nossos filhinhos compreendam que o MERECIMENTO é a chave que abre as portas dos nossos objetivos.

Não é questão de interesse ou chantagem com as crianças, ou conosco mesmo, o merecimento é o que dá equilibrio, ou desequilibrio aos nossos objetivos. Dependendo dos nossos atos e até sentimentos, os resultados, as conquistas, o presente esperado será proporcional ao nosso merecimento.

O ‘eu quero’ é bem diferente do ‘eu mereço’.

O primeiro vem do livre arbítrio de querermos qualquer coisa, e se trabalharmos em busca disso, com certeza conseguiremos.

O segundo vem da Vontade Divina, que pode ser contrária a nossa, mas que será sempre proporcional ao nosso merecer.

Lembro muito dos Natais de minha infância, que o presente era esperado por todo o ano, sempre na incerteza e na expectativa do “será que eu vou ganhar?”, isso me motiva a colaborar mais com minha mãe, brigar menos com meus irmãos, caprichar na lição e nos estudos, aguardando ansiosamente pelo presente do Papai Noel.

O presente, ainda deveria estar dentro das possibilidades de nossos pais, ficavamos mais contenciosos em nosso desejo, pois este precisava se encaixar dentro de uma realidade.

Nossos pais também nos ensinavam a observar que ao nosso redor haviam muitos que não tinham aquilo que, para nós, era desinteressante e com isso aprendiamos também, a lembrar do próximo e valorizarmos o que tinhamos.

Hoje em dia, perdemos um pouco esta inspiração divina, quando misturamos os nossos desejos com os dos nossos filhos.

Eles só conhecem aquilo que apresentamos a eles, só pedem aquilo que estimulamos nos desejos deles e não precisa chegar o Natal para ganhar nada tão esperado, muito menos merecer, pois na verdade, presenteamos para satisfazer nossos próprios desejos e acabamos por perder a missão de dispertar e motivar nossos filhos.

Mas nada está perdido, há sempre o momento de retomarmos o caminho e experimentarmos esta deliciosa expectativa da espera do presente de Natal!

Espero que tenhamos feito por merecer um ano de 2011 melhor, para não precisarmos repetir a mesma lição.

Mamães e papais vamos orientar nossos filhos para o tão esperado futuro melhor!

Até breve.

Andréa Freire.